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Educação financeira como ferramenta de inclusão

última atualização dia 13 de abril de 2022

Lidar de maneira consciente e assertiva com o dinheiro pode ser considerada uma libertação para muitas pessoas. Isso porque mais de 50% da população só teve acesso ao conceito de educação financeira na adolescência ou vida adulta (dados do Ibope Inteligência). Apesar de presente em nossa vida diariamente, falar sobre dinheiro é considerado um tabu para muitas pessoas.

Pouco se aborda questões como salário, anseios financeiros e gastos mensais. Mas a popularização das fintechs, dos aplicativos de controle financeiro e da temática de investimentos mostra que a educação financeira pode ser considerada uma importante ferramenta de inclusão.

Mas, de que forma as empresas podem contribuir nesse contexto e utilizá-la para aproximar dos colaboradores do tema, empoderando-os e melhorando a relação deles com o dinheiro? Abordaremos isso neste post!

As finanças e a exclusão social

Quando falamos de igualdade social, a primeira coisa que nos vêm à cabeça é o contraste entre as classes. Os que ganham muito e os que vivem com pouco. Mas a exclusão social promovida pelas finanças permeia outras áreas: como se guarda e se utiliza o dinheiro, os produtos financeiros inacessíveis e o uso de serviços bancários. 

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em 2019 mostrou que 45 milhões de brasileiros eram considerados desbancarizados – ou seja, pessoas que não possuem conta bancária ou as utilizam com pouca frequência. Outra característica que merece destaque na pesquisa é a forma como os entrevistados lidam com o dinheiro: 34% deles sacam todo o saldo uma vez por mês e utiliza apenas dinheiro vivo para seu consumo (vale salientar que quando a pesquisa foi realizada, o serviço de Pix ainda não estava em operação no Brasil).

Esses números demonstram pontos importantes sobre como a educação financeira pode trazer mais discernimento sobre o uso das ferramentas disponíveis no mercado, as quais reduzem os riscos de furto  (como o saque total do dinheiro) e potencializam os rendimentos (como o investimento do dinheiro que sobra na conta).

O papel da educação financeira na sociedade

A educação financeira contribui para a inclusão das pessoas em diferentes esferas. Muito mais que abrir uma conta em um banco ou conseguir arcar com as despesas mensais, ela promove uma relação mais estratégica e inteligente com o dinheiro. Quem possui educação financeira consegue distinguir as premissas básicas para adotar processos mais seguros e acessar produtos financeiros mais vantajosos. Também consegue se empoderar, tendo um domínio melhor do dinheiro e bom uso dele.

Por ser considerado um tabu em muitas casas, empresas e rodas de amigos, evita-se falar em dinheiro. Por isso, quem fala sobre finanças, tende a se destacar.

Vale salientar que o dinheiro é uma ferramenta que muda trajetórias. A independência financeira permite acesso à informação e ao conhecimento, mais segurança e autonomia. E o melhor caminho para se alcançar isso consiste na educação.

Promover educação financeira nas empresas é possível?

É possível e necessário. Como já mencionado anteriormente, a educação financeira é ferramenta para o empoderamento. Quando uma empresa investe nesse benefício, promove colateralmente a inclusão. Fique atento em como criar pontos de contato sobre o tema.

Ainda são poucas as empresas que visualizam a educação financeira como um diferencial. Cerca de 80% das organizações não oferecem benefícios de orientação em finanças aos colaboradores, conforme dados de uma pesquisa realizada pela Propay.

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