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Educação financeira: descubra como começar a investir

última atualização dia 29 de março de 2021

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Assumir responsabilidades é uma importante decisão a ser tomada, sobretudo quando se fala em independência e autonomia financeira. Isso inclui enfrentar o desafio de buscar, sempre que possível, informações de qualidade para aprender a gerir as próprias finanças.

Quer aprender a ter uma saúde financeira? Continue a leitura e descubra como dar os primeiros passos no cuidado das suas finanças e o que fazer para evoluir como investidor.

Como começar a investir?

Quando encontramos uma fonte de renda segura e recorrente, não demora muito para ficar claro que é importante darmos verdadeira atenção às nossas finanças pessoais. Eis que surge a pergunta “como investir meu dinheiro?”

Porém, o que a educação financeira nos mostra é que devemos considerar uma série de etapas importantes antes de tomarmos a decisão de investir. É necessário um preparo que garanta conforto e segurança na hora de realizar qualquer aplicação.

Dessa forma, a sua vida financeira deve estar organizada em um plano orçamentário simples e compreensível. Vamos chamar essa etapa de “passo zero”.

Nesse momento, você precisa criar a relação mais aproximada possível sobre seu orçamento pessoal, de modo que contenha:

  • rendimentos;
  • despesas fixas;
  • previsões de gastos variáveis;
  • metas e objetivos.

Esse será o seu mapa e com ele você terá melhores condições de tomar decisões mais inteligentes sobre o seu dinheiro.

Os fundamentos

Antes de começar a investigar as possibilidades de investimento mais adequadas para você, é necessário assegurar suas bases.

Para isso, a primeira coisa que você precisa é usar seu orçamento para encontrar meios de manter seus rendimentos acima dos seus gastos. Assim, você consegue garantir um superávit a partir do qual poderá poupar uma parcela.

Mas essa sobra não deve ser destinada aos investimentos — ainda. O segundo passo da sua preparação será consolidar uma reserva de emergência. Desse modo, você garante o conforto e a segurança necessários para se concentrar nos seus objetivos.

A sua reserva de emergência deve considerar a estabilidade da sua fonte de renda. Um servidor público, por exemplo, não tem a mesma necessidade de construir uma reserva robusta como um profissional liberal.

Portanto, calcule suas despesas médias, suas estratégias a médio e longo prazo e assuma a responsabilidade de estruturar uma reserva (entre dois a oito meses) do seu custo de vida mensal.

Lembre-se de que o objetivo é manter o equilíbrio das suas contas para uma eventualidade. Nesse caso, essas economias devem ser aplicadas em alternativas de alta liquidez e que preservem o valor do seu capital frente à inflação. CDBs de liquidez diária e títulos do Tesouro são as opções mais aconselháveis.

Apenas então, com um colchão de proteção contra eventualidades, você pode começar planejar os investimentos.

Os diferentes perfis de investimento

Agora que você já tem uma fundação sólida sobre a qual já consegue pensar acerca de seus investimentos, chegou a hora de considerar as melhores aplicações para você. Aqui, é importante levar em conta principalmente dois fatores:

  • seus objetivos financeiros;
  • sua tolerância ao risco.

Lembre-se: todo investimento apresenta risco. Mas, diante das probabilidades, o que protege o investidor é a reputação da empresa, os clientes que ela atende e as garantias que ela oferece em relação a seus investimentos.

Portanto, é fundamental avaliar qual a natureza das garantias você deseja para as suas aplicações.

Basicamente, o que isso significa é que os investimentos variam entre aqueles que oferecem retornos maiores em menos tempo e aqueles que garantem a proteção das suas aplicações. A partir disso, temos a classificação dos investidores em três perfis:

  • investidor conservador: que busca segurança do capital aceita um rendimento menor, mas não se sente confortável com aplicações de alta volatilidade;
  • investidor moderado: que está disposto a comprometer pelo menos os lucros já obtidos anteriormente, aceita uma volatilidade média e busca diversificar com alguns investimentos de risco;
  • investidor arrojado: que se dispõe a arriscar parte do capital principal em troca dos retornos mais elevados possíveis. Compreende que é nos investimentos de maior volatilidade que se encontram os maiores ganhos.

Logo vai ficar claro que existe um ponto de equilíbrio entre rentabilidade e chances de prejuízo. No mercado brasileiro, esse ponto de equilíbrio são as taxas básicas de juros.

Sempre que você buscar alternativas que rendam mais que as taxas básicas, você deverá aumentar sua exposição aos riscos.

Por outro lado, à medida que você avança em sua educação financeira e aprende estratégias de investimento, fica mais fácil encontrar alternativas lucrativas sem comprometer a segurança do seu capital.

A diversificação, por exemplo, é uma das melhores maneiras de potencializar o lucro, assegurando baixas probabilidades de prejuízo.

Os primeiros passos para investir

Finalmente, depois de colocar na balança o que você deseja com seus investimentos e quanto você tem coragem de arriscar por rendimentos mais altos, é hora de investir.

Assim, as melhores alternativas para você são aquelas que estão previstas para o seu perfil e que têm sinergia com seus planos de investimento.
Desse modo, a depender dos prazos de resgate, sua carteira poderá conter diversos ativos de diferentes naturezas, como:

  • ações;
  • ouro e prata;
  • aquisição de moeda estrangeira: dólar e euro
  • fundos de investimento;
  • títulos de renda fixa, entre outros.

Com uma carteira bem construída, todo seu trabalho será então acompanhar os índices de rendimento e um pouco da dinâmica do mercado. Isso é suficiente para saber quando é hora de fazer alguma alteração que aproxime mais e mais seu patrimônio dos seus objetivos.

Como evoluir nos investimentos?

Qualquer iniciante pode dar seus primeiros passos com a certeza de estar tomando as melhores decisões. Então, conforme vão ficando claras mais oportunidades de otimizar a performance do seu portfólio de investimento, você vai evoluir gradativamente, sem nem mesmo perceber. Porém, esse caminho pode ser encurtado quando a empresa para a qual você trabalha possui uma política de benefícios, que inclui a orientação financeira. E, isso está acessível hoje através dos serviços da Ahfin.

Educação financeira

O desenvolvimento da sua competência como investidor deveser uma combinação de prática e teoria. Agora, você está nutrindo seus conhecimentos ao consumir este conteúdo. Mas para consolidar o que foi aprendido, você precisa entrar em ação.

Com cautela e seguindo essas orientações, sua experiência com investimentos sem dúvidas será positiva. Daí virá a energia que vai elevar o seu perfil de investidor aos níveis mais altos e — o que reflete em rendimentos cada vez maiores.

Além disso, você ainda pode contar com o apoio de especialistas para acompanhar você na sua jornada pela educação financeira. A Ahfin, por exemplo, tem um plano de orientação para finanças que pode ser contratado por organizações, sejam elas de grande porte ou PMES, que acreditam que a saúde financeira é um dos pilares que promovem a saúde mental do trabalhador, e aumentam a sua produtividade e tempo de fidelidade com a empresa.

Agora que você já conheceuos passos iniciais em direção à sua liberdade financeira, que tal falar disso com seus colegas de trabalho e com o RH da sua empresa? Conte conosco para seguirmos juntos nessa caminhada de construção das melhores equipes, que certamente contam com os melhores benefícios.

E aí, tá Ahfin? Acesse nosso site e descubra todas as vantagens que temos para você melhorar a sua gestão de pessoas!