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Carteira de benefícios flexíveis: 4 dicas para montar a sua em 2021

última atualização dia 3 de março de 2021

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4 dicas para escolher benefícios flexíveis que melhorem a satisfação da equipe e retenham talentos.

Com uma mudança tão brusca no mercado de trabalho depois da Pandemia e o encaminhamento da equipe para home office, as necessidades dos colaboradores também mudaram. Assim, fazer uma carteira de benefícios flexíveis em 2021 é um novo desafio para gestores de RH.

Se você está com dificuldades de selecionar quais os benefícios mais se adequam para reter seus colaboradores e conseguir novos talentos, continue a leitura e descubra como fazer uma carteira de benefícios flexíveis perfeita para sua empresa.

Dica #1: Sua carteira de benefícios flexíveis perfeita começa com a leitura do contexto

Sua empresa adotou o home office durante a pandemia? Se sim, a referência física que os colaboradores têm de trabalho é a sala (ou quarto) da própria casa. E isso muda muita
coisa.

Em São Paulo tramita um projeto de lei que busca obrigar empresas a pagarem auxílio home office para trabalhadores. Segundo a PL 5341/20, internet, energia, softwares, hardwares e infraestrutura estão entre as novas despesas dos colaboradores e devem ser cobertas pelo empregador.

Isso diz muito do novo contexto. E é um convite para você observar os seus colaboradores. Mesmo que não estejam em home office. Veja e preveja cenários.

Como fazer isso?

  • Ter um RH próximo dos colaboradores: promova dinâmicas, faça pesquisas de clima organizacional, elabore pesquisas para compreender as demandas das equipes;
  • Fazer um mapa de rotatividade: entenda os motivos de os colaboradores estarem saindo da empresa, o tempo que ficam e os motivos de saída ou desligamento;
  • Fazer um mapeamento dos motivos de atração da sua marca empregadora: aqui é importante saber quais benefícios serão oferecidos na hora da contratação e são capazes de fazer os olhos dos colaboradores brilharem.

Dica #2: Facilidade de implementação para os colaboradores

Um plano de benefícios flexível tem que ser fácil de ser implementado. Imagine que o colaborador está aguardando o final do mês para poder utilizar aquilo que foi um dos motivos de ter gostado tanto da sua empresa e o processo para usar é super demorado.

A experiência que um benefício flexível tem que gerar para o colaborador é sempre muito positiva. Pense comigo: ele é um plus, um “bônus”. Ou seja: foi criado para dar certo.

Alguns dos problemas que podem ocorrer são:

  • Uso de uma tecnologia muito complicada;
  • Comunicação ineficaz sobre como usar o benefício;
  • Falta de acompanhamento inicial.

Dica #3: Preze pela saúde financeira dos seus colaboradores

Existe um ponto bem delicado na relação entre a gestão e os colaboradores que é: finanças. É bem complicado mapear como um colaborador está se relacionando com dinheiro, mas esse é um ponto que interfere diretamente na produtividade dele.

Como uma marca empregadora que está à frente do mercado, você vai querer dar todo o cuidado para esse colaborador, certo? Esse é o momento de ser empático, entender como o colaborador pode usufruir desses benefícios e proporcionar as melhores opções para que ele se sinta seguro no emprego, aumentando a possibilidade da retenção de talentos.

Dica #4: Observe o mercado de benefícios flexíveis

Existem muitos tipos diferentes de benefícios flexíveis, adaptáveis a diversas realidades. Por exemplo:

  • Vale transporte
  • Auxílio-creche
  • Incentivo à especialização e estudos
  • Vale-cultura
  • Bonificação por desempenho

Saiba mais aqui sobre diferentes tipos de benefícios flexíveis

Os gestores de RH que estão atentos aos desafios do mercado estão inclinados a dar ao colaborador as melhores possibilidades para que ele continue sendo produtivo e feliz no trabalho. É necessário trabalhar como se estivesse traçando um mapa do tesouro: os benefícios bem escolhidos são como caminhos que levam ao pote de ouro – uma equipe engajada e realmente feliz no lugar em que está trabalhando.

Depois de passar por essas dicas, você já está mais preparado(a) para fazer sua própria carteira de benefícios flexíveis, com a carinha da sua empresa. Vamos lá?

Preparamos uma checklist para que você não esqueça nenhum ponto a ser levado em consideração. Que tal começar?

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